Pessoal! Só queria deixar claro a todos os visitantes do meu blog que todos têm o direito de discordar de minhas ideias. Isso é saudável e natural. Mas é dever de todos também respeitar-me como pessoa ou profissional. Agressões pessoais fogem ao debate democrático. Caso haja comentários nessa direção, simplesmente os entenderei como irrelevantes.
Vale!
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Antifumo ou antisemitismo?
Para colocar um pouco de fogo na conversa, uma excelente crônica de João Pereira Coutinho sobre a lei antifumo em SP. Será que isso não é mais político do que um caso de saúde pública? Um excelente panfleto eleitoreiro, que devemos obviamente questionar.
Eia!!!
Folha de São Paulo, terça-feira, 18 de agosto de 2009
JOÃO PEREIRA COUTINHO
Até tu, São Paulo?
Leio a legislação antifumo do Estado de São Paulo e reconheço sua natureza totalitária
A SÉRIE "Mad Men" ainda não estreou no Brasil. Lamento. Melhor é impossível. "Mad Men" é o retrato perfeito dos publicitários da Madison Avenue na Nova York sofisticada de 1960. Mas é mais do que isso. Um fresco sobre a grande transição americana: do aburguesamento dos "fifties" à contracultura dos "sixties". Do tédio à lixeira.
Um pormenor, porém, não deixa de causar espanto entre os filistinos: o fumo. Em "Mad Men", toda a gente fuma com uma naturalidade que nos parece herética. Dentro dos edifícios, fora dos edifícios. Mães, pais. Patrões. Empregados. E médicos, é claro, a começar por um ginecologista que segura o cigarro com uma mão e faz o exame com a outra. Equilibrismo puro.
Tanto fumo não deveria espantar. Pessoalmente, ainda recordo o tempo heroico em que o meu avô me levava ao cinema e fumava, em plena sala, do princípio ao fim.
E, historicamente, "Mad Men" está na viragem. Em 1950, Richard Doll publicava o primeiro grande ensaio científico sobre a relação direta entre fumo (ativo) e doença. Só em 1970 chegou o mito do "fumo passivo". Digo "mito" e digo bem. Ainda está para aparecer o primeiro estudo cientificamente rigoroso capaz de mostrar uma relação sustentada entre "fumo passivo" e câncer.
O que não significa que não existam estudos sobre essa hipótese. Christopher Booker, um especialista sobre as nossas histerias modernas, normalmente lembra dois. Os maiores e mais recentes. O primeiro foi realizado pela Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer, da Organização Mundial de Saúde. O segundo foi dirigido, durante 40 anos, por James Enstrom e Geoffrey Kabat para a Sociedade Americana de Câncer através da observação de 35 mil não fumantes que conviviam diariamente com fumantes. Resultados? Repito: um mito é um mito é um mito.
Mas a ideologia é a ideologia é a ideologia. De vez em quando, afirmo que alguns traços nazistas sobreviveram a 1945. Sou insultado. Não respondo. Basta olhar em volta para perceber que algumas das nossas rotinas médicas mais básicas teriam agradado ao tio Adolfo e à sua busca de perfeição terrena. Exemplos? Certas formas de eugenia "respeitável", praticadas por milhões de pessoas quando recebem uma má ecografia. Ou a demonização absoluta que o fumante moderno conhece nos Estados Unidos. Na Europa. E agora, hélas, em São Paulo.
Leio a legislação antifumo do Estado de São Paulo e reconheço a natureza totalitária dela, novamente dominada por uma ideia iníqua de perfeição física.
Tudo começa pela elevação da mentira a dogma: o dogma de que "fumo passivo" é um perigo fatal para terceiros. O dogma não é apenas fantasioso; é também perigoso, porque estabelece de imediato uma divisão moral entre os agentes da corrupção (os fumantes) e as vítimas inocentes (os abstêmios). É só substituir "fumante" por "judeu"; e "abstêmio" por "ariano" para regressar a 1933.
E regressar a 1933 é regressar a um mundo que desprezava a liberdade individual com especial ferocidade. A lei antifumo cumpre esse propósito. Proibir o fumo em lugares fechados, como bares ou restaurantes, é um ataque à propriedade privada e à liberdade de cada proprietário decidir que tipo de clientes deseja acolher no seu espaço. O mesmo raciocínio aplica-se aos clientes, impedidos de decidir livremente onde desejam ser acolhidos.
Mas o melhor da lei vem no policiamento. Imitando as piores práticas das sociedades fechadas, a lei promove a delação como forma de convivência social. Por telefone ou pela internet, cada cidadão é convidado a ser um vigilante do vizinho, denunciando comportamentos "desviantes". Isso não é regressar a 1933. É, no mínimo, um regresso à Rússia de 1917. Se juntarmos ao quadro uma verdadeira "polícia sanitária" que ataca à paisana, é possível concluir que o espírito KGB emigrou para o Brasil.
Finalmente, lembremos o essencial: os extremismos políticos só sobrevivem em sociedades cúmplices, ou pelo menos indiferentes aos extremistas. Será São Paulo esse tipo de sociedade?
Parece. A última pesquisa Datafolha é sinistra: a esmagadora maioria dos paulistas (88%) aprova a lei antifumo. Só 10% se opõem a ela. Só 2% lhe são indiferentes. Mais irônico é olhar para os fumantes: depois de anos e anos de propaganda e desumanização, eles olham-se no espelho, sentem o clássico nojo de si próprios e até concordam com a lei (77%). Razão tinha Karl Kraus quando afirmava, na Viena de inícios do século, que o antissemitismo era tão normal que até os judeus o praticavam. Péssimo presságio.
Eia!!!
Folha de São Paulo, terça-feira, 18 de agosto de 2009
JOÃO PEREIRA COUTINHO
Até tu, São Paulo?
Leio a legislação antifumo do Estado de São Paulo e reconheço sua natureza totalitária
A SÉRIE "Mad Men" ainda não estreou no Brasil. Lamento. Melhor é impossível. "Mad Men" é o retrato perfeito dos publicitários da Madison Avenue na Nova York sofisticada de 1960. Mas é mais do que isso. Um fresco sobre a grande transição americana: do aburguesamento dos "fifties" à contracultura dos "sixties". Do tédio à lixeira.
Um pormenor, porém, não deixa de causar espanto entre os filistinos: o fumo. Em "Mad Men", toda a gente fuma com uma naturalidade que nos parece herética. Dentro dos edifícios, fora dos edifícios. Mães, pais. Patrões. Empregados. E médicos, é claro, a começar por um ginecologista que segura o cigarro com uma mão e faz o exame com a outra. Equilibrismo puro.
Tanto fumo não deveria espantar. Pessoalmente, ainda recordo o tempo heroico em que o meu avô me levava ao cinema e fumava, em plena sala, do princípio ao fim.
E, historicamente, "Mad Men" está na viragem. Em 1950, Richard Doll publicava o primeiro grande ensaio científico sobre a relação direta entre fumo (ativo) e doença. Só em 1970 chegou o mito do "fumo passivo". Digo "mito" e digo bem. Ainda está para aparecer o primeiro estudo cientificamente rigoroso capaz de mostrar uma relação sustentada entre "fumo passivo" e câncer.
O que não significa que não existam estudos sobre essa hipótese. Christopher Booker, um especialista sobre as nossas histerias modernas, normalmente lembra dois. Os maiores e mais recentes. O primeiro foi realizado pela Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer, da Organização Mundial de Saúde. O segundo foi dirigido, durante 40 anos, por James Enstrom e Geoffrey Kabat para a Sociedade Americana de Câncer através da observação de 35 mil não fumantes que conviviam diariamente com fumantes. Resultados? Repito: um mito é um mito é um mito.
Mas a ideologia é a ideologia é a ideologia. De vez em quando, afirmo que alguns traços nazistas sobreviveram a 1945. Sou insultado. Não respondo. Basta olhar em volta para perceber que algumas das nossas rotinas médicas mais básicas teriam agradado ao tio Adolfo e à sua busca de perfeição terrena. Exemplos? Certas formas de eugenia "respeitável", praticadas por milhões de pessoas quando recebem uma má ecografia. Ou a demonização absoluta que o fumante moderno conhece nos Estados Unidos. Na Europa. E agora, hélas, em São Paulo.
Leio a legislação antifumo do Estado de São Paulo e reconheço a natureza totalitária dela, novamente dominada por uma ideia iníqua de perfeição física.
Tudo começa pela elevação da mentira a dogma: o dogma de que "fumo passivo" é um perigo fatal para terceiros. O dogma não é apenas fantasioso; é também perigoso, porque estabelece de imediato uma divisão moral entre os agentes da corrupção (os fumantes) e as vítimas inocentes (os abstêmios). É só substituir "fumante" por "judeu"; e "abstêmio" por "ariano" para regressar a 1933.
E regressar a 1933 é regressar a um mundo que desprezava a liberdade individual com especial ferocidade. A lei antifumo cumpre esse propósito. Proibir o fumo em lugares fechados, como bares ou restaurantes, é um ataque à propriedade privada e à liberdade de cada proprietário decidir que tipo de clientes deseja acolher no seu espaço. O mesmo raciocínio aplica-se aos clientes, impedidos de decidir livremente onde desejam ser acolhidos.
Mas o melhor da lei vem no policiamento. Imitando as piores práticas das sociedades fechadas, a lei promove a delação como forma de convivência social. Por telefone ou pela internet, cada cidadão é convidado a ser um vigilante do vizinho, denunciando comportamentos "desviantes". Isso não é regressar a 1933. É, no mínimo, um regresso à Rússia de 1917. Se juntarmos ao quadro uma verdadeira "polícia sanitária" que ataca à paisana, é possível concluir que o espírito KGB emigrou para o Brasil.
Finalmente, lembremos o essencial: os extremismos políticos só sobrevivem em sociedades cúmplices, ou pelo menos indiferentes aos extremistas. Será São Paulo esse tipo de sociedade?
Parece. A última pesquisa Datafolha é sinistra: a esmagadora maioria dos paulistas (88%) aprova a lei antifumo. Só 10% se opõem a ela. Só 2% lhe são indiferentes. Mais irônico é olhar para os fumantes: depois de anos e anos de propaganda e desumanização, eles olham-se no espelho, sentem o clássico nojo de si próprios e até concordam com a lei (77%). Razão tinha Karl Kraus quando afirmava, na Viena de inícios do século, que o antissemitismo era tão normal que até os judeus o praticavam. Péssimo presságio.
30 Anos de Anistia no Brasil
Vamos refrescar nossa memória. Ainda há muito a se refletir sobre a ditadura militar!!!

25/08/2009
14:00 - Sessão Solene de Abertura
e Mesa-Redonda: 30 anos de luta pela Anistia no Brasil: Testemunhos
Maria Auxiliadora de A. Arantes (ex-membro do Comitê Brasileiro de Anistia/SP)
Airton Soares (ex-deputado federal e advogado de presos políticos)
Rosalina Santa Cruz (Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos)
Ivan Seixas (Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos)
Coordenação: Zilda Márcia Grícoli Iokoi (LEI/USP)
19:00 - Conferência: O direito internacional dos direitos humanos frente à impunidade das ditaduras na América Latina
Pedro Nikken (ex-presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA)
20:00 – Mesa-Redonda: A luta por verdade e justiça na América Latina
Nora Cortiñas (Mães da Praça de Maio – Linha Fundadora)
Mauro Tomasini (Serviço Paz e Justiça - Uruguai)
Gabriela Zuñiga (Agrupação de Familiares de Presos Desaparecidos - Chile)
Coordenação: Janaína Teles (LEI/USP)
26/08/2009
14:00 – Mesa-Redonda: Lugares da Memória
Gonzalo Conte (Memoria Abierta – Argentina)
Ralph Buchenhorst (Universidade Martin Luther - Alemanha)
Margarita Romero (vice-presidente de Villa Grimaldi - Chile)
Coordenação: Rossano Bastos (IPHAN)
19:00 – Mesa-Redonda: Acesso à Informação e os Arquivos Públicos
Marianne Birthler (diretora do Arquivo do Ministério para a Segurança do Estado – Alemanha)
Peter Kornbluh (Arquivo Nacional de Segurança - EUA)
Eugenia Fávero (Ministério Público Federal/SP)
Coordenação: Ana Maria Camargo (História/USP)
27/08/2009
14:00 – Mesa-Redonda: Memória e testemunho
Alejandra Oberti (Memoria Abierta - Argentina)
Pilar Calveiro (Benemérita Universidade Autônoma de Puebla - México)
Andréa Genest (Centro de Pesquisa de História Contemporânea - Alemanha)
Coordenação: Márcio Seligmann-Silva (IEL/UNICAMP)
19:00 – Mesa-Redonda: Acerto de contas com o passado: as Comissões de Verdade
Belisário dos Santos Jr. (advogado e ex-secretário de Justiça e Defesa da Cidadania de São Paulo)
Javier Ciurlizza (Centro Internacional para a Justiça de Transição - Américas)
Hugo van der Merwe (Centro para o Estudo da Violência e Reconciliação – África do Sul)
Alvaro Rico (Secretaria de Acompanhamento da Comissão para a Paz – Uruguai)
Coordenação: Paulo Sérgio Pinheiro (Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA/NEV-USP)
28/08/2009
14:00 – Mesa-Redonda: Anistia na América Latina e no Sistema Interamericano de Direitos Humanos
Hélio Bicudo (ex – membro da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA)
Carlos Alberto Rozanski (presidente do Tribunal Criminal Federal de La Plata - Argentina)
Flávia Piovesan (Direito - PUC/SP)
Beatriz Affonso (Centro pela Justiça e o Direito Internacional)
Coordenação: André de C. Ramos (Direito - USP)
19:00 – Mesa-Redonda: Anistia no Brasil: atualidade e perspectivas
Fábio Konder Comparato (Direito - USP)
Marlon Alberto Weichert (Ministério Público Federal/SP)
Marco Antonio R. Barbosa (presidente da Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos - SEDH)
Paulo E. Arantes (Filosofia - USP)
Coordenação: Marcelo Ridenti (Sociologia/UNICAMP)
Organização:
Laboratório de Estudos sobre a Intolerância/FFLCH-USP
Goethe Institut São Paulo
Associação de Arquivistas de São Paulo
Projeto Temático Escritas da Violência/IEL-UNICAMP
Apoio:
Fundação FORD
Fundação Heinrich Böll
Faculdade de Direito – USP
Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de São Paulo
25/08/2009
14:00 - Sessão Solene de Abertura
e Mesa-Redonda: 30 anos de luta pela Anistia no Brasil: Testemunhos
Maria Auxiliadora de A. Arantes (ex-membro do Comitê Brasileiro de Anistia/SP)
Airton Soares (ex-deputado federal e advogado de presos políticos)
Rosalina Santa Cruz (Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos)
Ivan Seixas (Fórum dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos)
Coordenação: Zilda Márcia Grícoli Iokoi (LEI/USP)
19:00 - Conferência: O direito internacional dos direitos humanos frente à impunidade das ditaduras na América Latina
Pedro Nikken (ex-presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA)
20:00 – Mesa-Redonda: A luta por verdade e justiça na América Latina
Nora Cortiñas (Mães da Praça de Maio – Linha Fundadora)
Mauro Tomasini (Serviço Paz e Justiça - Uruguai)
Gabriela Zuñiga (Agrupação de Familiares de Presos Desaparecidos - Chile)
Coordenação: Janaína Teles (LEI/USP)
26/08/2009
14:00 – Mesa-Redonda: Lugares da Memória
Gonzalo Conte (Memoria Abierta – Argentina)
Ralph Buchenhorst (Universidade Martin Luther - Alemanha)
Margarita Romero (vice-presidente de Villa Grimaldi - Chile)
Coordenação: Rossano Bastos (IPHAN)
19:00 – Mesa-Redonda: Acesso à Informação e os Arquivos Públicos
Marianne Birthler (diretora do Arquivo do Ministério para a Segurança do Estado – Alemanha)
Peter Kornbluh (Arquivo Nacional de Segurança - EUA)
Eugenia Fávero (Ministério Público Federal/SP)
Coordenação: Ana Maria Camargo (História/USP)
27/08/2009
14:00 – Mesa-Redonda: Memória e testemunho
Alejandra Oberti (Memoria Abierta - Argentina)
Pilar Calveiro (Benemérita Universidade Autônoma de Puebla - México)
Andréa Genest (Centro de Pesquisa de História Contemporânea - Alemanha)
Coordenação: Márcio Seligmann-Silva (IEL/UNICAMP)
19:00 – Mesa-Redonda: Acerto de contas com o passado: as Comissões de Verdade
Belisário dos Santos Jr. (advogado e ex-secretário de Justiça e Defesa da Cidadania de São Paulo)
Javier Ciurlizza (Centro Internacional para a Justiça de Transição - Américas)
Hugo van der Merwe (Centro para o Estudo da Violência e Reconciliação – África do Sul)
Alvaro Rico (Secretaria de Acompanhamento da Comissão para a Paz – Uruguai)
Coordenação: Paulo Sérgio Pinheiro (Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA/NEV-USP)
28/08/2009
14:00 – Mesa-Redonda: Anistia na América Latina e no Sistema Interamericano de Direitos Humanos
Hélio Bicudo (ex – membro da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA)
Carlos Alberto Rozanski (presidente do Tribunal Criminal Federal de La Plata - Argentina)
Flávia Piovesan (Direito - PUC/SP)
Beatriz Affonso (Centro pela Justiça e o Direito Internacional)
Coordenação: André de C. Ramos (Direito - USP)
19:00 – Mesa-Redonda: Anistia no Brasil: atualidade e perspectivas
Fábio Konder Comparato (Direito - USP)
Marlon Alberto Weichert (Ministério Público Federal/SP)
Marco Antonio R. Barbosa (presidente da Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos - SEDH)
Paulo E. Arantes (Filosofia - USP)
Coordenação: Marcelo Ridenti (Sociologia/UNICAMP)
Organização:
Laboratório de Estudos sobre a Intolerância/FFLCH-USP
Goethe Institut São Paulo
Associação de Arquivistas de São Paulo
Projeto Temático Escritas da Violência/IEL-UNICAMP
Apoio:
Fundação FORD
Fundação Heinrich Böll
Faculdade de Direito – USP
Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de São Paulo
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
5o. Encontro de Música e Mídia - Estéticas do Som
Pessoal, participarei desse Encontro em setembro, no qual apresentarei um artigo sobre Adoniran Barbosa. Quem puder, e se interessar por música, compareça!!!


Escola de Comunicações e Artes
Universidade de São Paulo
16, 17 e 18 de setembro de 2009
http://www.musimid.mus.br/5encontro
Mesas redondas – Palestras – Comunicações – Oficinas – Apresentações musicais
O 5º Encontro de Música e Mídia é uma iniciativa do Centro de Estudos em Música e Mídia – MusiMid. Visando ampliar os debates e estendê-los à comunidade interessada no tema, o grupo vem realizando anualmente os Encontros de Música e Mídia: As múltiplas vozes da cidade (2005); Verbalidades, musicalidades: temas, tramas e trânsitos (2006), As imagens da música (2007), O Brasil dos Gilbertos: Gilberto Freyre, João Gilberto, Gilberto Gil e Gilberto Mendes (2008), realizados no SESC-Santos e no auditório Lupe Cotrim, Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP).
Em sua quinta edição, o Encontro tem como tema “E(st)éticas do som”, dividido em quatro subtemas: 1) Som, culturas e comunicação; 2) Som, tecnologias e eletroacústica; 3) Som, discursos e mídia; 4) Música e relações de poder. O local de realização será a ECA-USP, que oferecerá a infra-estrutura logística e institucional. A programação é voltada ao público universitário e interessados em geral, oferecendo certificados, mediante inscrição e frequência nas atividades.
Inscrições abertas para ouvintes, com vagas limitadas, e demais informações atualizadas na página do MusiMid - www.musimid.mus.br - e no hot-site www.musimid.mus.br/5encontro.
Escola de Comunicações e Artes
Universidade de São Paulo
16, 17 e 18 de setembro de 2009
http://www.musimid.mus.br/5encontro
Mesas redondas – Palestras – Comunicações – Oficinas – Apresentações musicais
O 5º Encontro de Música e Mídia é uma iniciativa do Centro de Estudos em Música e Mídia – MusiMid. Visando ampliar os debates e estendê-los à comunidade interessada no tema, o grupo vem realizando anualmente os Encontros de Música e Mídia: As múltiplas vozes da cidade (2005); Verbalidades, musicalidades: temas, tramas e trânsitos (2006), As imagens da música (2007), O Brasil dos Gilbertos: Gilberto Freyre, João Gilberto, Gilberto Gil e Gilberto Mendes (2008), realizados no SESC-Santos e no auditório Lupe Cotrim, Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP).
Em sua quinta edição, o Encontro tem como tema “E(st)éticas do som”, dividido em quatro subtemas: 1) Som, culturas e comunicação; 2) Som, tecnologias e eletroacústica; 3) Som, discursos e mídia; 4) Música e relações de poder. O local de realização será a ECA-USP, que oferecerá a infra-estrutura logística e institucional. A programação é voltada ao público universitário e interessados em geral, oferecendo certificados, mediante inscrição e frequência nas atividades.
Inscrições abertas para ouvintes, com vagas limitadas, e demais informações atualizadas na página do MusiMid - www.musimid.mus.br - e no hot-site www.musimid.mus.br/5encontro.
Quebrando um galho para o 9o. Ano...
GABARITO: ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º. ANO
Atividades (página 75)
1. Respostas possíveis.
a) O professor pediu a explicação do aluno sobre o incidente.
b) A explicação do aluno sobre o incidente interessou ao professor.
c) O professor necessita da explicação do aluno sobre o incidente.
d) Fazemos uma exigência: a explicação do aluno sobre o incidente.
e) Nossa expectativa é a explicação do aluno sobre o incidente.
f ) Todos sabiam da conveniência da explicação do aluno sobre o incidente.
2. Observar a estrutura sintática solicitada e a correspondência modo-temporal entre o verbo da oração principal e o da subordinada. Exemplo:
O professor pediu que o aluno explicasse o incidente.
O professor pede que o aluno explique o incidente.
Respostas possíveis.
a) O professor pediu que o aluno explicasse o incidente.
Oração subordinada substantiva objetiva direta.
b) Interessou ao professor que o aluno explicasse o incidente.
Oração subordinada substantiva subjetiva.
c) O professor necessita (de) que o aluno explique o incidente.
Oração subordinada substantiva objetiva indireta.
d) Fazemos uma exigência: que o aluno explique o incidente.
Oração subordinada substantiva apositiva.
e) Nossa expectativa é que o aluno explique o incidente.
Oração subordinada substantiva predicativa.
f ) Todos sabiam da conveniência de que o aluno explicasse o incidente.
Oração subordinada substantiva completiva nominal.
3. Respostas possíveis.
a) Como a energia elétrica tinha acabado, as luzes não se acenderam quando liguei interruptor.
b) Preparamos o jantar, que está uma delícia, para que você ficasse satisfeita conosco.
c) O jogador esforçou-se tanto que desmaiou quando o jogo terminava.
4. Respostas possíveis.
a) O grande desgosto dos pais é que os filhos se dêem mal.
b) O problema do trânsito é que os motoristas não obedecem às normas.
c) O resultado da Comissão Parlamentar de Inquérito foi que tudo acabou em pizza.
d) Nossa vantagem em relação ao time adversário era que tínhamos mais treino.
5. a) O sucesso da missão depende do empenho dos astronautas.
b) A velha senhora não necessita mais da proteção dos filhos.
c) Ninguém da família discorda do fechamento urgente da conta bancária.
d) O diretor não se opõe à organização de um grêmio estudantil pelos alunos.
6. a) Intrigava a mãe que o garoto insistisse em chorar continuadamente.
b) A insistência do garoto em chorar continuadamente intrigava a mãe.
c) A insistência do garoto no choro contínuo intrigava a mãe.
d) Intrigava a mãe o garoto insistir em chorar continuadamente.
7. a) Preocupava a mãe o filho teimar em ignorar os acontecimentos.
b) Preocupava a mãe que o filho teimasse na ignorância dos acontecimentos.
c) A ignorância teimosa do filho em relação aos acontecimentos preocupava a mãe.
d) Preocupava a mãe a teimosia do filho em ignorar os acontecimentos.
e) A teimosia do filho em ignorar os acontecimentos preocupava a mãe.
f ) Era preocupante para a mãe que o filho teimasse em ignorar os acontecimentos.
8. Resposta possível.
– Sinto que estou ficando velho, Zilda. Velho e fraco. Não vou durar muito.
– Não pensa que você vai morrer, Jorge. Pensa que a vida tem coisas boas.
– Estou preocupado com estas dores no estômago. Para mim isto é câncer. O médico diz que não, ele está me enganando. Para mim é câncer, Zilda.
– Não pensa nisto, Jorge. Pensa nos momentos felizes vividos por nós.
– É câncer, Zilda. Já vi muita gente que morreu dessa doença. É uma morte horrível, Zilda, pois a gente vai se consumindo aos poucos.
– Não pensa nisto, Jorge. Pensa que tens um trabalho. Pensa que tens colegas, um chefe que gosta tanto de ti.
– A verdade é que primeiro a gente emagrece. Já estou emagrecendo. Não se esqueça de que perdi cinco quilos neste ano. Aliás, como passou ligeiro este ano. Como passam ligeiro os anos. Como passam ligeiro os dias, as horas. Quando a gente vê, já anoiteceu. Quando a gente vê, terminou o mês. Quando a gente vê, acabou a vida.
9. Respostas possíveis.
a) Pedimos ao homem a devolução das chaves do apartamento, desocupado após quitar o aluguel.
b) Ao fim da aula, o professor recolheu os textos redigidos pelos alunos e aconselhou a revisão dos elaborados anteriormente.
c) O governo quer proibir peças publicitárias de automóveis que estimulem a direção em alta velocidade.
d) Os operários grevistas exigem o pagamento dos dias parados e a suspensão das demissões até o julgamento da greve.
e) Um grande número de pais confessou total ignorância sobre a preferência dos filhos
em relação ao assunto escolhido para o debate, cuja finalidade era a diminuição dos problemas familiares.
Em casa (página 80)
1. Respostas possíveis.
a) É sabido que Moacyr Scliar escreve belas crônicas na Folha de S.Paulo.
b) Um amigo me contou que Moacyr Scliar escreve belas crônicas na Folha de S.Paulo.
c) Desconfio de que Moacyr Scliar escreva belas crônicas na Folha de S.Paulo.
2. Respostas possíveis.
a) Tenho certeza de que Moacyr Scliar escreve belas crônicas na Folha de S.Paulo.
b) A verdade é que Moacyr Scliar escreve belas crônicas na Folha de S.Paulo.
c) Queríamos divulgar isto para a classe: que Moacyr Scliar escreve belas crônicas na Folha de S.Paulo.
3. a) Oração subordinada substantiva objetiva direta.
b) Oração subordinada substantiva predicativa.
c) Oração subordinada substantiva completiva nominal.
d) Oração subordinada substantiva objetiva indireta.
4. Resposta possível.
Confesso que tenho medo de morrer, Zilda. Me envergonho disso, afinal, já vivi tanto, mas a verdade é que tenho medo de morrer. Tenho a certeza de que a morte é o fim, Zilda. Para mim é o fim. O problema é que não acredito na vida após o túmulo. Acho que na tumba acaba tudo. Só sei de uma coisa: que a carne se desprende dos ossos, os cabelos caem, fica a caveira à mostra. É certo que isto é a morte, Zilda. Isso é que é a morte.
Atividades (página 75)
1. Respostas possíveis.
a) O professor pediu a explicação do aluno sobre o incidente.
b) A explicação do aluno sobre o incidente interessou ao professor.
c) O professor necessita da explicação do aluno sobre o incidente.
d) Fazemos uma exigência: a explicação do aluno sobre o incidente.
e) Nossa expectativa é a explicação do aluno sobre o incidente.
f ) Todos sabiam da conveniência da explicação do aluno sobre o incidente.
2. Observar a estrutura sintática solicitada e a correspondência modo-temporal entre o verbo da oração principal e o da subordinada. Exemplo:
O professor pediu que o aluno explicasse o incidente.
O professor pede que o aluno explique o incidente.
Respostas possíveis.
a) O professor pediu que o aluno explicasse o incidente.
Oração subordinada substantiva objetiva direta.
b) Interessou ao professor que o aluno explicasse o incidente.
Oração subordinada substantiva subjetiva.
c) O professor necessita (de) que o aluno explique o incidente.
Oração subordinada substantiva objetiva indireta.
d) Fazemos uma exigência: que o aluno explique o incidente.
Oração subordinada substantiva apositiva.
e) Nossa expectativa é que o aluno explique o incidente.
Oração subordinada substantiva predicativa.
f ) Todos sabiam da conveniência de que o aluno explicasse o incidente.
Oração subordinada substantiva completiva nominal.
3. Respostas possíveis.
a) Como a energia elétrica tinha acabado, as luzes não se acenderam quando liguei interruptor.
b) Preparamos o jantar, que está uma delícia, para que você ficasse satisfeita conosco.
c) O jogador esforçou-se tanto que desmaiou quando o jogo terminava.
4. Respostas possíveis.
a) O grande desgosto dos pais é que os filhos se dêem mal.
b) O problema do trânsito é que os motoristas não obedecem às normas.
c) O resultado da Comissão Parlamentar de Inquérito foi que tudo acabou em pizza.
d) Nossa vantagem em relação ao time adversário era que tínhamos mais treino.
5. a) O sucesso da missão depende do empenho dos astronautas.
b) A velha senhora não necessita mais da proteção dos filhos.
c) Ninguém da família discorda do fechamento urgente da conta bancária.
d) O diretor não se opõe à organização de um grêmio estudantil pelos alunos.
6. a) Intrigava a mãe que o garoto insistisse em chorar continuadamente.
b) A insistência do garoto em chorar continuadamente intrigava a mãe.
c) A insistência do garoto no choro contínuo intrigava a mãe.
d) Intrigava a mãe o garoto insistir em chorar continuadamente.
7. a) Preocupava a mãe o filho teimar em ignorar os acontecimentos.
b) Preocupava a mãe que o filho teimasse na ignorância dos acontecimentos.
c) A ignorância teimosa do filho em relação aos acontecimentos preocupava a mãe.
d) Preocupava a mãe a teimosia do filho em ignorar os acontecimentos.
e) A teimosia do filho em ignorar os acontecimentos preocupava a mãe.
f ) Era preocupante para a mãe que o filho teimasse em ignorar os acontecimentos.
8. Resposta possível.
– Sinto que estou ficando velho, Zilda. Velho e fraco. Não vou durar muito.
– Não pensa que você vai morrer, Jorge. Pensa que a vida tem coisas boas.
– Estou preocupado com estas dores no estômago. Para mim isto é câncer. O médico diz que não, ele está me enganando. Para mim é câncer, Zilda.
– Não pensa nisto, Jorge. Pensa nos momentos felizes vividos por nós.
– É câncer, Zilda. Já vi muita gente que morreu dessa doença. É uma morte horrível, Zilda, pois a gente vai se consumindo aos poucos.
– Não pensa nisto, Jorge. Pensa que tens um trabalho. Pensa que tens colegas, um chefe que gosta tanto de ti.
– A verdade é que primeiro a gente emagrece. Já estou emagrecendo. Não se esqueça de que perdi cinco quilos neste ano. Aliás, como passou ligeiro este ano. Como passam ligeiro os anos. Como passam ligeiro os dias, as horas. Quando a gente vê, já anoiteceu. Quando a gente vê, terminou o mês. Quando a gente vê, acabou a vida.
9. Respostas possíveis.
a) Pedimos ao homem a devolução das chaves do apartamento, desocupado após quitar o aluguel.
b) Ao fim da aula, o professor recolheu os textos redigidos pelos alunos e aconselhou a revisão dos elaborados anteriormente.
c) O governo quer proibir peças publicitárias de automóveis que estimulem a direção em alta velocidade.
d) Os operários grevistas exigem o pagamento dos dias parados e a suspensão das demissões até o julgamento da greve.
e) Um grande número de pais confessou total ignorância sobre a preferência dos filhos
em relação ao assunto escolhido para o debate, cuja finalidade era a diminuição dos problemas familiares.
Em casa (página 80)
1. Respostas possíveis.
a) É sabido que Moacyr Scliar escreve belas crônicas na Folha de S.Paulo.
b) Um amigo me contou que Moacyr Scliar escreve belas crônicas na Folha de S.Paulo.
c) Desconfio de que Moacyr Scliar escreva belas crônicas na Folha de S.Paulo.
2. Respostas possíveis.
a) Tenho certeza de que Moacyr Scliar escreve belas crônicas na Folha de S.Paulo.
b) A verdade é que Moacyr Scliar escreve belas crônicas na Folha de S.Paulo.
c) Queríamos divulgar isto para a classe: que Moacyr Scliar escreve belas crônicas na Folha de S.Paulo.
3. a) Oração subordinada substantiva objetiva direta.
b) Oração subordinada substantiva predicativa.
c) Oração subordinada substantiva completiva nominal.
d) Oração subordinada substantiva objetiva indireta.
4. Resposta possível.
Confesso que tenho medo de morrer, Zilda. Me envergonho disso, afinal, já vivi tanto, mas a verdade é que tenho medo de morrer. Tenho a certeza de que a morte é o fim, Zilda. Para mim é o fim. O problema é que não acredito na vida após o túmulo. Acho que na tumba acaba tudo. Só sei de uma coisa: que a carne se desprende dos ossos, os cabelos caem, fica a caveira à mostra. É certo que isto é a morte, Zilda. Isso é que é a morte.
domingo, 16 de agosto de 2009
16/08/2009 - 22h09 Record vincula Globo à ditadura e exibe entrevista exclusiva com Edir Macedo Do UOL Notícias Em São Paulo - Isso está ótimo!!!! :)
16/08/2009 - 22h09
Record vincula Globo à ditadura e exibe entrevista exclusiva com Edir Macedo
Do UOL Notícias
Em São Paulo
Atualizada às 22h44
Em programa de quase uma hora exibido na noite deste domingo, a Rede Record aumentou o tons das críticas contra a Rede Globo, vinculando a emissora da família Marinho à ditadura militar no país.
Leia mais
* Site da Rede Record é atacado por piratas
* TV Record e TV Globo trocam acusações
Sem intervalos comerciais, o programa "Repórter Record" exibiu a denúncia de que a Globo estaria tratando como terreno particular uma praça pública em São Paulo, além de acusar a emissora de falsificar documentos.
O programa retransmitiu entrevistas com políticos a respeito do "monopólio" da emissora, alegando que essa prática seria "prejudicial à democracia".
Ainda nessa linha, utilizou trechos de um documentário britânico, "Muito Além do Cidadão Kane", para acusar a Globo de ter sido conivente com as autoridades da ditadura militar brasileira.
Pedofilia e islamismo
Depois das críticas dirigidas à Globo, o Repórter Record mostrou uma entrevista exclusiva com o bispo Edir Macedo, que está no centro das acusações dirigidas contra a quadrilha.
Na entrevista, feita nos Estados Unidos, Macedo afirma que as acusações contra ele não são novas, e que as recebe com "alegria -- por causa da fé"
O bispo afirmou que "claro que há bispos ruins na igreja", mas disse que eles são expulsos da organização quando se descobrem irregularidades. Macedo citou como exemplo um suposto caso de pedofilia nos Estados Unidos: "A igreja colaborou com a polícia nesse caso".
Quando perguntado pela repórter qual sua ambição, ele disse que pretende "colocar a Record lá no topo".
"E com a igreja?", continuou ela. "Pretendo chegar aos países muçulmanos", respondeu Edir Macedo. "Eu sei que é uma guerra danada lá, mas é nossa ambição".
* Washington Alves/Light Press/AE
"Diploma de dizimista" de Edson Luiz de Melo. Sua mãe conta que por causa da igreja o filho teve que ser internado
"Fantástico" atira de volta
A edição do programa "Fantástico" da noite deste domingo também deu prosseguimento à troca de acusações. Em reportagem mais curta que o concorrente, mostrou casos de fiéis que teriam sido coagidos a doar mais dinheiro do que poderiam.
Uma das entrevistadas dizia que após ter doado cerca de R$ 100 mil à Igreja Universal, não tinha mais dinheiro para comer e almoçava as amostras grátis distribuídas nos supermercados.
O "Fantástico" também citou o caso de Edson Luiz de Melo, ex-zelador, de 45 anos de idade, portador de um "diploma de dizimista" (veja imagem ao lado). Dulce Conceição de Melo, de 65 anos, mãe de Edson, entrou com a ação na Justiça contra a Igreja Universal do Reino de Deus por prejuízo de R$ 55 mil.
O mesmo programa mostrou uma mansão em Campos do Jordão que seria propriedade de Edir Macedo e que "virou ponto turístico" na cidade.
Guerra das TVs
A troca de acusações entre Globo e Record dominou o telejornal das duas emissoras na última semana, em uma escalada de acusações desencadeada pela abertura do processo no Ministério Público sobre lavagem de dinheiro e formação de quadrilha por parte dos líderes da Igreja Universal.
Na terça-feira, o "Jornal Nacional" veiculou reportagem de dez minutos sobre as acusações, ao lado de imagens de 1995 do bispo Edir Macedo ensinando pastores a convencer fiéis a doar dinheiro.
A resposta veio na noite seguinte. O "Jornal da Record", durante 14 minutos, fez ataques à Globo e mostrou obras de caridade mantidas pela Universal. Para a Record, a cobertura da concorrente é um "ataque direto e desesperado" de quem tem medo de perder "o monopólio dos meios de comunicação no Brasil". O texto afirmava "não ser novidade que a família Marinho usa a televisão para seu jogo de interesses" e que "o poder da família Marinho teve origem na ditadura militar".
Ao mesmo tempo, a reportagem da Globo (9,5 minutos) detalhava as acusações do Ministério Público contra a Universal e destacava que "a Promotoria concluiu que empresas de comunicação estão entre os que receberam ilegalmente" dinheiro de fiéis. Mostrava imagens de um templo para ilustrar a acusação de que "a religião é apenas um pretexto para a arrecadação de dinheiro".
Na quinta-feira, a Record ampliou a cobertura e, em 22 minutos, disse que, com os "ataques" da Globo, "a fé de todos esses fiéis foi ridicularizada". Insistiu ainda no foco no lado empresarial da Globo. "A ligação com o submundo dos golpes financeiros está presente na Globo desde o seu nascimento."
O "JN" do mesmo dia diminuiu o tempo destinado ao tema, para 6,5 minutos. Sempre citando o Ministério Público ou jornais, reforçou que "o dinheiro doado pelos fiéis para a caridade" acabou "usado em benefício do grupo de Edir Macedo".
A Globo fez nova reportagem na sexta-feira, de seis minutos e 15 segundos. Reproduziu reportagens de jornais e foi atrás do destino de R$ 10 milhões apreendidos com um líder da Universal em 2005. Informou que a igreja já fez seis recursos para reaver o dinheiro, mas não conseguiu convencer a Justiça.
Record vincula Globo à ditadura e exibe entrevista exclusiva com Edir Macedo
Do UOL Notícias
Em São Paulo
Atualizada às 22h44
Em programa de quase uma hora exibido na noite deste domingo, a Rede Record aumentou o tons das críticas contra a Rede Globo, vinculando a emissora da família Marinho à ditadura militar no país.
Leia mais
* Site da Rede Record é atacado por piratas
* TV Record e TV Globo trocam acusações
Sem intervalos comerciais, o programa "Repórter Record" exibiu a denúncia de que a Globo estaria tratando como terreno particular uma praça pública em São Paulo, além de acusar a emissora de falsificar documentos.
O programa retransmitiu entrevistas com políticos a respeito do "monopólio" da emissora, alegando que essa prática seria "prejudicial à democracia".
Ainda nessa linha, utilizou trechos de um documentário britânico, "Muito Além do Cidadão Kane", para acusar a Globo de ter sido conivente com as autoridades da ditadura militar brasileira.
Pedofilia e islamismo
Depois das críticas dirigidas à Globo, o Repórter Record mostrou uma entrevista exclusiva com o bispo Edir Macedo, que está no centro das acusações dirigidas contra a quadrilha.
Na entrevista, feita nos Estados Unidos, Macedo afirma que as acusações contra ele não são novas, e que as recebe com "alegria -- por causa da fé"
O bispo afirmou que "claro que há bispos ruins na igreja", mas disse que eles são expulsos da organização quando se descobrem irregularidades. Macedo citou como exemplo um suposto caso de pedofilia nos Estados Unidos: "A igreja colaborou com a polícia nesse caso".
Quando perguntado pela repórter qual sua ambição, ele disse que pretende "colocar a Record lá no topo".
"E com a igreja?", continuou ela. "Pretendo chegar aos países muçulmanos", respondeu Edir Macedo. "Eu sei que é uma guerra danada lá, mas é nossa ambição".
* Washington Alves/Light Press/AE
"Diploma de dizimista" de Edson Luiz de Melo. Sua mãe conta que por causa da igreja o filho teve que ser internado
"Fantástico" atira de volta
A edição do programa "Fantástico" da noite deste domingo também deu prosseguimento à troca de acusações. Em reportagem mais curta que o concorrente, mostrou casos de fiéis que teriam sido coagidos a doar mais dinheiro do que poderiam.
Uma das entrevistadas dizia que após ter doado cerca de R$ 100 mil à Igreja Universal, não tinha mais dinheiro para comer e almoçava as amostras grátis distribuídas nos supermercados.
O "Fantástico" também citou o caso de Edson Luiz de Melo, ex-zelador, de 45 anos de idade, portador de um "diploma de dizimista" (veja imagem ao lado). Dulce Conceição de Melo, de 65 anos, mãe de Edson, entrou com a ação na Justiça contra a Igreja Universal do Reino de Deus por prejuízo de R$ 55 mil.
O mesmo programa mostrou uma mansão em Campos do Jordão que seria propriedade de Edir Macedo e que "virou ponto turístico" na cidade.
Guerra das TVs
A troca de acusações entre Globo e Record dominou o telejornal das duas emissoras na última semana, em uma escalada de acusações desencadeada pela abertura do processo no Ministério Público sobre lavagem de dinheiro e formação de quadrilha por parte dos líderes da Igreja Universal.
Na terça-feira, o "Jornal Nacional" veiculou reportagem de dez minutos sobre as acusações, ao lado de imagens de 1995 do bispo Edir Macedo ensinando pastores a convencer fiéis a doar dinheiro.
A resposta veio na noite seguinte. O "Jornal da Record", durante 14 minutos, fez ataques à Globo e mostrou obras de caridade mantidas pela Universal. Para a Record, a cobertura da concorrente é um "ataque direto e desesperado" de quem tem medo de perder "o monopólio dos meios de comunicação no Brasil". O texto afirmava "não ser novidade que a família Marinho usa a televisão para seu jogo de interesses" e que "o poder da família Marinho teve origem na ditadura militar".
Ao mesmo tempo, a reportagem da Globo (9,5 minutos) detalhava as acusações do Ministério Público contra a Universal e destacava que "a Promotoria concluiu que empresas de comunicação estão entre os que receberam ilegalmente" dinheiro de fiéis. Mostrava imagens de um templo para ilustrar a acusação de que "a religião é apenas um pretexto para a arrecadação de dinheiro".
Na quinta-feira, a Record ampliou a cobertura e, em 22 minutos, disse que, com os "ataques" da Globo, "a fé de todos esses fiéis foi ridicularizada". Insistiu ainda no foco no lado empresarial da Globo. "A ligação com o submundo dos golpes financeiros está presente na Globo desde o seu nascimento."
O "JN" do mesmo dia diminuiu o tempo destinado ao tema, para 6,5 minutos. Sempre citando o Ministério Público ou jornais, reforçou que "o dinheiro doado pelos fiéis para a caridade" acabou "usado em benefício do grupo de Edir Macedo".
A Globo fez nova reportagem na sexta-feira, de seis minutos e 15 segundos. Reproduziu reportagens de jornais e foi atrás do destino de R$ 10 milhões apreendidos com um líder da Universal em 2005. Informou que a igreja já fez seis recursos para reaver o dinheiro, mas não conseguiu convencer a Justiça.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Ter com Deus
Isso aqui está ótimo! Quem tem alguma pendência com Deus, eis a oportunidade!
Jaj!
SAC Divino
Abraços a todos!
Jaj!
SAC Divino
Abraços a todos!
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