quinta-feira, 18 de março de 2010
Colégio Tema, 1º ano - Gabaritos
Retomada dos conceitos (p. 16 a 23)
1. O eu lírico determina que não seja dada nem"fama nem memória", através da cítara ou do "vivo engenho", ou seja, da poesia mais alta e sublime, aos que se lançam aos mares. Com essas palavras, o Velho do Restelo sugere que a arte teria, portanto, o poder de eternizar o grande feito dos heróis.
2. b.
3. José Lins do Rêgo, ao referir-se às lembranças que guarda de sua mãe, afirma a possibilidade de se preservarem na memória vivências afetivas passadas. Mário de Andrade, por sua vez, afirma a precariedade das lembranças e a impossibilidade de revivê-las integralmente.
4. José de Alencar destaca de maneira idealizada as belezas naturais da cidade e as diferenças socioeconômicas entre seus habitantes, utilizando-se de uma linguagem marcada por um excessivo descritivismo, com predomínio de períodos longos e amplo uso da adjetivação. Paulo Lins, por sua vez, descreve de forma realista a cena urbana e seus conflitos socioculturais, valendo-se de uma linguagem seca e econômica, com períodos mais curtos e pouco uso de adjetivos valorativos.
5. a. O dois textos abordam a questão social do extermínio indiscriminado dos índios pelos brancos e do processo de aculturação dos indígenas - ou, em outras palavras, a falta de uma política de inclusão social do índio no processo de civilização das terras virgens durante a colonização.
b. Péthion de Villar descreve a morte de um índio em particular, tratando de forma individualizada o processo de aculturação e extermínio dos índios de que fala a carta de Vieira. Em seu texto, o poeta antecipa dramaticamente a destruição de um povo inteiro por meio da morte da personagem indígena. Já Vieira trata a questão como tema cultural, discorrendo sobre as condições gerais do povo oprimido.
6.a. A expressão "gentios do sertão" faz referência aos que ainda não foram catequizados e convertidos ao cristianismo. O substantivo "gentio" é empregado, muitas vezes, como sinônimo de pagão, enquanto a expressão "do sertão" designa quem vive distante das "povoações" a que se refere Vieira. Assi, a expressão "gentios do sertão" indica todos os não-adeptos do cristianismo e que se mantêm distantes dos locais sob influência da Igreja.
b. A palavra crucificado" é empregada para indicar o momento em que o pajé morre. Esse adjetivo, carregado de significado cristão (uma vez que a cruz é o principal símbolo religioso da Igreja), reforça a hipótese de que o pajé passou por um processo forçado de catequização, que fez com que sua cultura fosse "profanada". Tal situação justifica a conclusão final do pajé ("Tupã mentiu"), pois nem mesmo o deus dos índios impediu que o pajé fosse "crucificado na sua dor".
7. a. Vieira descreve, na carta, o resultado da ação dos colonizadores sobre os índios: o fato de estarem submetidos ao trabalho desumano nas plantações de tabaco, na condição de escravos, tornava infrutífero o esforço missionário de conversão dos gentios à fé católica. Na frase destacada, Vieira enfatiza o caráter aniquilador da ação dos colonizadores - tanto dos governantes, responsáveis pelos maus-tratos, quanto dos que permitiam tal procedimento -, uma vez que ambos não prejudicavam somente os índios e o trabalho missionário, mas
também a eles próprios.
b. Péthion de Villar baseia seu soneto na realidade do quase-extermínio físico e cultural dos índios no Brasil, resultante da ação dos colonizadores. Como o poeta cria seu texto a partir de um fato histórico, essa realidade não é deturpada. Mas, como se trata de uma obra literária, há, evidentemente, uma transfiguração ficcional da realidade.
8. a. AQUELA: poesia; ESTA: história.
b. A poesia, por meio de uma pessoa ou de um fato, fala dos humanos em geral e de situações universais; a história fala de pessoas singulares e situações particulares.
c. A filosofia dirige-se ao universal - é um conhecimento teórico da natureza humana. Por seu caráter universal é que a filosofia se aproxima mais da poesia do que da história.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Leituras 9º Ano
É só clicar no nome do livro que ele direciona vocês para uma página sobre ele.
Bjocas a todos.
2º Trimestre - Literatura de testemunho: O Holocausto
1) O Diário de Anne Frank - Anne Frank
2) É Isto um Homem? - Primo Levi
3)
4) O Menino do Pijama Listrado - John Boyne
3º Trimestre - A Ditadura Militar no Brasil
1) O Que é Isso, Companheiro? - Fernando Gabeira
2) Bar Don Juan - Antonio Callado
3) As Meninas - Lígia Fagundes Telles
4) Cartas da Prisão - Frei Betto
5) Dossiê Herzog: Prisão, Tortura e Morte no Brasil - Fernando Pacheco Jordão
6) Vozes do Golpe: Um Voluntário da Pátria - Carlos Heitor Cony, Moacyr Scliar, Zuenir Ventura, Luís Fernando Veríssimo.
Leituras 8º Ano
É só clicar no nome do livro que ele direciona vocês para uma página sobre ele.
Bjocas a todos.
2º Trimestre - Literatura e História: O Iluminismo
1) Cândido ou O Otimismo - Voltaire
2) As Aventuras de Robinson Crusoé - Daniel Defoe
3) O Senhor das Moscas - William Golding
3º Trimestre - Histórias do século XIX:
1) Várias Histórias - Machado de Assis
2) Bons Dias! - Machado de Assis
3) Contos - Machado de Assis
4) O Xangô de Baker Street - Jô Soares
5) Frankenstein - Mary Shelley
6) A Volta ao Mundo em 80 Dias - Júlio Verne
7) O Médico e o Monstro - Robert Louis Stevenson
8) Viagem ao Centro da Terra - Júlio Verne
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Mono Carvoeiros
Bjocas!
| © Miguel Boyayan |
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| Representante de uma sociedade regida pela amizade: sem brigas |
Louise é uma das muriquis mais agitadas na pequena reserva próxima à cidade de Caratinga, no Vale do Rio Doce, região leste de Minas Gerais. Rosto rosado, nariz pequeno e cílios destacados, como se tivesse recebido maquiagem, é a que mantém mais encontros amorosos com todos os macacos adultos do grupo. Cutlip, reconhecido pela cicatriz no lábio que lhe valeu o nome, até morrer, no ano passado, era um dos pólos de atenção do bando, freqüentemente procurado pelos companheiros para ganhar abraços, em constantes demonstrações de amizade.
Alguns anos atrás, a peculiar organização social dos muriquis (Brachyteles arachnoides ) surpreendeu os próprios pesquisadores. Encontrados há décadas do sul da Bahia ao Paraná, mas hoje ilhados em remanescentes de Mata Atlântica de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, esses macacos com até 1,5 metro de comprimento, incluindo a cauda - também chamados de mono-carvoeiros por causa do rosto todo preto, semelhante ao das pessoas que trabalham com carvão -, formam comunidades que funcionam com base na fraternidade e no amor livre.
Não apenas Louise, mas qualquer outra fêmea do grupo, até mesmo Cher, mais discreta e isolada, cruzam com todos os machos adultos com que vivem - normalmente, um terço dos grupos, que têm de 15 a 50 indivíduos. Quando entram no cio, soltam trinados, algo como umtitititi , ou ainda guinchos e assobios agudos, umsííííí , com os quais chamam os machos, que ficam por perto esperando a vez. Não há brigas nem disputas. Os muriquis, os maiores macacos das Américas, conseguiram criar uma hierarquia regida pelo afeto. No centro do grupo não estão os mais fortes, mas os mais queridos, que se destacam porque são os que mais ganham abraços dos companheiros, como Cutlip ou Irv, reconhecido pelas manchas em forma de cruz no nariz.
Agora, as descobertas sobre a linguagem dos muriquis são ainda mais impressionantes. Quando se locomovem pela mata, escondendo-se entre as folhagens das árvores à medida que se afastam uns dos outros, esses macacos se comunicam de um modo que ainda não foi encontrado em nenhuma outra espécie de primata. Recombinam 14 elementos sonoros, que se aproximam devogais ou consoantes da linguagem humana, e produzem uma ricavariedade de chamados - mais longos ou mais curtos, mais agudos ou graves -, num processo semelhante ao que usamos para formar as palavras. Tamanha é a reorganização dos sons que se tem a impressão de que os muriquis até procuram ser inventivos: quando engatam uma conversa, um raramente repete o que outro já disse.
Eleonora Cavalcante Albano, pesquisadora do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), assegura: esses sons dos muriquis, descritos pela primeira vez, formam uma linguagem natural com um sentido social claro, por ajudar a manter a coesão do grupo. Só perde para a nossa porque, possivelmente, não é simbólica. "É uma linguagem que indica os objetos do mundo, mas ainda não se sabe se os representa", diz ela. Numa situação hipotética, um muriqui consegue avisar a outro muriqui que uma árvore está carregada de frutas apenas se estiver diante de uma delas, mas não tem como contar da árvore em que estivera no dia anterior, nem emitir um som específico para cada tipo de árvore que conhece.
No vocabulário e nas recombinações de sons, porém, os muriquis são imbatíveis diante de outras espécies de primatas brasileiros, entre elas o macaco-prego, o sagüi-leãozinho e os micos-leões, que contam com uma comunicação vocal reconhecidamente complexa. A capacidade dos muriquis em recombinar sons é também maior que a de outras duas espécies conhecidas pela barulheira que fazem, o chimpanzé africano e o gibão das florestas da Indonésia e da Malásia.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Mais uma vez, os professores são achincalhados pelo Governo do Estado
O problema é que a lei não é bem assim. No caso, não são todos os educadores aprovados nessa avaliação que são promovidos, mas apenas 20% do Quadro. Ou seja, se 70% dos professores são aprovados, apenas 20% são promovidos, conforme par. 4° do Artigo 4°: "Observadas as condições estabelecidas nesta lei complementar, poderão ser beneficiados com a promoção até 20% (vinte por cento) do contingente total de integrantes de cada uma das faixas das classes de docentes, suporte pedagógico e suporte pedagógico em extinção, existente na data da abertura de cada processo de promoção". Eu fico pensando em como serão os critérios para selecionar esses 20% caso tenhamos mais professores aprovados. Uma lei como essa, com uma cláusula como essa, jamais pode ser positiva, e pode gerar consequências terríveis para o ensino público do estado.
Primeiramente, eu gostaria de chamar a atenção aos motivos pelos quais os professores devem passar por uma avaliação para que haja promoção. Claro, há professores péssimos e mal preparados no Quadro do funcionalismo público, que inconcebivelmente já passaram por um concurso público, e isso deveria ser uma forma de valorizar os profissionais mais competentes. Acho ótimo, inclusive sugiro um outro projeto de lei: também há péssimos deputado e acessores exercendo cargos públicos. Por que não realizarmos uma prova para que eles tenham uma promoção? Não seria também interessante? Mas também deve-se cuidar de promover até 20% dos aprovados, porque senão os cofres públicos não suportarão tamanho gasto.
Em segundo lugar, imagine o ambiente de trabalho em que temos vários professores aprovados nessa prova, mas apenas alguns promovidos. Um ambiente bem saudável, não é, com professores unidos pelo sentido de justiça que essa lei implementou. É claro que vamos ter um ambiente péssimo, em que há discriminação de profissionais igualmente competentes.
Em terceiro lugar, estipular até 20% de promoção é justamente subestimar a classe dos professores, entendendo que 80% não são merecedores de promoção, estando todos nas mesmas condições para a realização da prova. Será que é isso mesmo? Será que tratar os professores assim corresponde mesmo aos interesses coletivos em prol da Educação?
Por último, por que não houve a divulgação maciça dessa lei? Será que uma lei como essa pega bem eleitoralmente? Será que a população sabe disso? Leis antifumos pegam, mas lei antiprofessores são menos simpáticas...
Concordo sim com essa avaliação. É uma forma de tirar o professor do comodismo, estimulá-lo, e por que não valorizá-lo. Mas acho que essa avaliação deveria ser feita em toda instância pública, inclusive para os próprios funcionários do executivo e do legislativo. Não entendo por que uma classe tem uma política de promoção salarial, e outras têm políticas diferentes. Acho também que todo professor que apresentar o desempenho satisfatório deveria sim ser promovido! Não entendo por que só 20%. Qual é o interesse coletivo aos se colocar essa medida? Será que o interesse é promover e melhorar o nível da educação, ou dar um jeito para evitar "gastos" com professores do setor público?
Sinceramente, eu como professor e como educador nao posso concordar com isso, e devo divulgar ao público aos causas do desfacelamento da Educação Pública no Estado de São Paulo. O problema não é essencialmente estrutural, pois a estrutura física e pedagógica que muitas das escolas públicas estaduais apresentam hoje não impede que tenhamos um ensino de excelente qualidade. O problema é justamente projetos de lei como esse, que colocam o educador, grande responsável pelo funcionamento disso tudo, em uma situação de subestimação, promovendo baixa auto-estima, desunião e, consequentemente, péssima qualidade de ensino. Será que queremos isso para nosso país? O autor dessa lei será candidato à presidência no ano que vem. Isso é muito sério, e devemos saber.
Abaixo deixo à disposição de vocês, na íntegra, o projeto de lei complementar Nº 1097, DE 27 de outubro de 2009, além dos deputados que aprovaram essa lei, para que possamos sabem quem de fato está mesmo interessado na melhora do Ensino Público Estadual. Pensem nisso e comentem!
LEI COMPLEMENTAR Nº 1097, DE 27 DE OUTUBRO DE 2009
REPORTAGEM NA TV APEOESP - Vejam a situação dos professores no setor público de São Paulo
GRÁFICOS DA CAMPANHA SALARIAL DOS PROFESSORES
VOTAÇÃO DO PLC 29/2009 NA ASSEMBLEIA
Estes deputados votaram SIM ao PLC 29 e contra os professores
DEM
Edmir Chedid
Estevam Galvão
João Barbosa de Carvalho
Milton Leite Filho
PDT
José Bittencourt
Rogério Nogueira
PMDB
Baleia Rossi
Jorge Caruso
Uebe Rezeck
Vanessa Damo
PP
Mozart Russomano
PPS
Alex Manente
Davi Zaia
Roberto Morais
Vitor Sapienza
PRB
Gilmaci Santos
Otoniel Lima
PSB
Ed Thomas
Jonas Donizette
Luciano Batista
Marco Porta
Vinícius Camarinha
PSC
Said Mourad
PSDB
Analice Fernandes
Bruno Covas
Cassio Navarro
Celino Cardoso
Celso Giglio
Fernando Capez
Geraldo Vinholi
Hélio Nishimoto
José Augusto
João Caramez
Maria Lucia Amary
Mauro Bragato
Milton Flávio
Paulo Barbosa
Pedro Tobias
Roberto Massafera
Rodolfo Costa Silva
Samuel Moreira
Vaz de Lima
PTB
Campos Machado
Roque Barbieri
Waldir Agnello
PV
Camilo Gava
Edson Giriboni
Reinaldo Alguz
Estes deputados votaram com os professores
PCdoB
Pedro Antonio Bigardi
PDT
Olímpio Gomes
PSOL
Carlos Giannazi
Raul Marcelo
PT
Adriano Diogo
Ana Perugini
Antônio Mentor
Beth Sahão
Carlinhos Almeida
Donisete Braga
Enio Tatto
Fausto Figueira
José Cândido
José Zico Prado
Marcos Martins
Maria Lúcia Prandi
Roberto Felício
Rui Falcão
Simão Pedro
Vanderlei Siraque
Vicente Cândido
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Pessoal, olha vocês aí!!!!
http://www.vladimirherzog.org/Instituto_Vladimir_Herzog/Pagina_Inicial.html
http://www.vladoherzog.blogspot.com/
Que orgulho de vocês!!!
Bjoca
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Palestra com Ivo Herzog e Sérgio Gomes, dia 24 de novembro de 2009 - Colégio Leonardo da Vinci
No dia 24 de novembro de 2009, tivemos a grande satisfação de receber em nosso colégio Ivo Herzog e Sérgio Gomes, ambos membros do Conselho Deliberativo do Instituto Herzog. Esse encontro foi resultado de um trabalho que realizamos na escola com os alunos do 9° ano do ensino fundamental, tendo como base a leitura do livro “Dossiê Herzog: prisão, tortura e morte no Brasil”, do jornalista Fernando Pacheco Jordão. Tivemos sala cheia, e uma conversa instigante do começo ao fim. Um trabalho em conjunto, que todos quiseram realizar, e todos fizeram acontecer de forma espontânea. Não preciso dizer mais nada além da imensa emoção de ver aqueles olhinhos brilhando após o trabalho realizado. Deixarei que os alunos digam.
Marcus Vinícius da Silva
Professor de Língua Portuguesa
“Não perdi meu tempo ontem, quando assisti à palestra. Sérgio me mostrou outro jeito de ver a política. Hoje nós jovens somos inativos, não sabemos o que está acontecendo e nem queremos saber sobre nossa política.
Sérgio queria mostrar que a morte de Vlado não foi em vão, e que a ditadura, as mortes, as torturas não devem ser esquecidas pelos brasileiros, para nunca mais acontecer.”
Isabela Comparoni
“Eu acho que foi bem importante essa palestra para nós alunos aprendermos melhor sobre a ditadura militar, e para, como disse Sérgio, não cometermos o mesmo erro que os militares cometeram com toda a população brasileira.”
Lucas Duran
“Foi uma experiência muito marcante, principalmente pelo fato de sabermos que a História passa além dos cadernos, vimos a formação da História em carne e osso.”
Nicolas Rorato T. de Lacerda Pereira
“Com a palestra, aprendemos que o assunto da ditadura militar abrange outros temas de diferentes épocas que até hoje acontecem em nossa sociedade.”
João Paulo Soubihe
“A palestra foi muito importante para abrir os olhos de todos que hoje acreditam que a ditadura acabou, porém ainda existem sujeitos que dão continuidade a esse processo, cometendo atos bárbaros.”
Matheus Pesce Vendramin
“Essa palestra sobre o caso de Herzog me fez entender que aquela situação da ditadura foi muito cruel, mas essa situação ainda existe, com atitudes individualistas, e nós só iremos mudar essa situação se cada pessoa mudar, se a consciência humana, em geral, mudar.”
Fernando Martins da Silva Filho
“Ontem, durante a palestra de Ivo Herzog e Sérgio Gomes, nos foram apresentados valores e muitas propostas de como melhorar as nossas vidas ajudando ao próximo. Ainda tivemos a oportunidade de aumentar o nosso conhecimento sobre o que foi a prisão, tortura e morte no Brasil durante a ditadura.”
Isabela Sartori
“Durante a palestra, além de aprender sobre a ditadura, aprendemos a ser pessoas melhores, menos individualistas, pensando mais em nossos direitos ou deveres como cidadãos.”
Fernanda Sá Bohn
“Palestra de Ivo Herzog e Sérgio Gomes... Mais que uma conversa, uma abertura dos olhos. Para muitos, algo insignificante, para poucos, infelizmente, uma oportunidade que só tivemos por causa do trabalho conjunto de pessoas que acreditam
Vitor Dutra
“A partir do momento em que se iniciou o projeto da palestra, eu me emocionei muito, pois sabia que essa era uma oportunidade de aprender, mas não esperava um evento tão maravilhoso.
Foi ontem que eu realmente percebi a importância do Instituto, pois ele não vive do passado, ele o usa para fazer um futuro melhor.”
Fernanda Favaro
“Definitivamente não foi uma perda de tempo. Temos que aprender com o passado e superá-lo para que não ocorra mais, devemos deixar os preconceitos de lado e enfrentar experiências novas, como esta.”
Alana Ometto
“A palestra não foi um desperdício de tempo. Para falar a verdade, foi extremamente interessante. Ela mudou o jeito que eu via a sociedade e nossa posição nela. Agradeço muito ao Sérgio Gomes e a Ivo Herzog, que foram os palestrantes. Foi a primeira palestra em que me interessei e prestei muita atenção”
Maria Taemi Franco Hayashi
“Essa palestra foi para mim uma experiência muito importante porque, mesmo estudando sobre a ditadura, ter a chance de ouvir pessoalmente o depoimento de pessoas que viveram essa época terrível é totalmente diferente. O sentimento, a lição que nós tivemos foi tudo muito importante, e foi uma honra para mim ser mais um para que isso não passe em branco em nossas vidas.”
Antonio Carlos S. de M. e Sedeh Filho
“O tempo que passei ontem com o Ivo e com o Sérgio, para mim, serviu para abrir minha cabeça, a conversa que tivemos foi muito importante para mim, e com certeza para todos os que lá estavam e ouviram aquilo que eles tinham para dizer.”
Luca Dodi Cabianca
“Foi uma experiência única que abriu várias portas do que tinha acontecido na época da perseguição. Achei incrível quando o ‘Sérgião’ falou que, quando foi pego pelos militares, ele teve a sensação mais pacífica, mais calma, de sua vida. É de extrema inteligência a interpretação que ele deu àquele momento.”
Marcos Vinicius Comparoni
“Pensava que seria apenas para adquirir mais informações, mas foi bem mais que isso, foi uma grande discussão sobre ética e ideias. Após a palestra, meu ponto de vista sobre vários assuntos mudou.”
Pedro Henrique Eduardo Pinto
“A palestra de ontem foi muito importante para maior conscientização dos alunos do colégio Leonardo da Vinci sobre o ‘caso Herzog’. O mais interessante é que o assunto abordado vai além da ditadura, são coisas que devemos levar para a vida, e que mudou o pensamento de muitas pessoas.”
Túlio Bassoli
“A reunião do dia 24 de novembro foi muito instrutiva, pois descreveu aos jovens de hoje em dia como era o Brasil na ditadura, com prisões de jornalistas, políticos, e a tortura deles. Isso com certeza mudará o pensamento e as atitudes de todos ali presentes.”
Tiago de Oliveira G. Gonçalves
“Graças à palestra de ontem, esclareci várias dúvidas que tinha, e tive o prazer de conhecer o próprio filho de Vlado. Entendi como foi para o Sérgio a experiência que ele teve de ir para a prisão. Espero que o Instituto Herzog continue fazendo estas palestras, e tenho certeza de que ele terá muito sucesso.”
Felipe Curtolo Abrahão

