quinta-feira, 18 de março de 2010

Colégio Tema, 2º ano - Gabaritos

Pessoal, aí vai o gabarito! Confiram!

Questões p. 4 a 6.

1.
Exuberante, grandiosa, majestosa, abundante. Como justificativa, você poderá citar o tamanho gigantesco das árvores; a luminosidade da cena retratada pelos raios de luz que "banham"a vegetação; o rio caudaloso; os animais selvagens... Tudo isso compõe um quadro paradisíaco, de natureza intocada pela mão humana.

2. Para o conde de Clarac, essa relação é de perfeita integração. Os índios são vistos como parte da natureza retratada. Não aparecem como elementos estranhos, que vão destruí-la ou transformá-la. Eles representam os seres humanos puros, em estado original.

3. A fala do eu lírico é a de alguém que está exilado e, portanto, vivendo fora de sua terra natal.

4. O texto apresenta uma imagem idealizada do Brasil, caracterizado como terra paradisíaca, de qualidades incomparáveis e insuperáveis.

5. Tanto a pintura quanto o poema criam uma representação idealizada da natureza brasileira. No quadro, isso se manifesta na grandiosidade das árvores e do rio. No texto, as comparações entre os elementos nacionais e os de outros países levam à constatação de que tudo o que é brasileiro é mais viçoso, mais belo, mais perfeito. Na base dessas comparações também está a natureza pátria.

Colégio Tema, 1º ano - Gabaritos

Pessoal, aí vão os gabaritos! Confiram!!!

Retomada dos conceitos (p. 16 a 23)

1.
O eu lírico determina que não seja dada nem"fama nem memória", através da cítara ou do "vivo engenho", ou seja, da poesia mais alta e sublime, aos que se lançam aos mares. Com essas palavras, o Velho do Restelo sugere que a arte teria, portanto, o poder de eternizar o grande feito dos heróis.

2. b.

3. José Lins do Rêgo, ao referir-se às lembranças que guarda de sua mãe, afirma a possibilidade de se preservarem na memória vivências afetivas passadas. Mário de Andrade, por sua vez, afirma a precariedade das lembranças e a impossibilidade de revivê-las integralmente.

4. José de Alencar destaca de maneira idealizada as belezas naturais da cidade e as diferenças socioeconômicas entre seus habitantes, utilizando-se de uma linguagem marcada por um excessivo descritivismo, com predomínio de períodos longos e amplo uso da adjetivação. Paulo Lins, por sua vez, descreve de forma realista a cena urbana e seus conflitos socioculturais, valendo-se de uma linguagem seca e econômica, com períodos mais curtos e pouco uso de adjetivos valorativos.

5. a. O dois textos abordam a questão social do extermínio indiscriminado dos índios pelos brancos e do processo de aculturação dos indígenas - ou, em outras palavras, a falta de uma política de inclusão social do índio no processo de civilização das terras virgens durante a colonização.

b. Péthion de Villar descreve a morte de um índio em particular, tratando de forma individualizada o processo de aculturação e extermínio dos índios de que fala a carta de Vieira. Em seu texto, o poeta antecipa dramaticamente a destruição de um povo inteiro por meio da morte da personagem indígena. Já Vieira trata a questão como tema cultural, discorrendo sobre as condições gerais do povo oprimido.

6.a. A expressão "gentios do sertão" faz referência aos que ainda não foram catequizados e convertidos ao cristianismo. O substantivo "gentio" é empregado, muitas vezes, como sinônimo de pagão, enquanto a expressão "do sertão" designa quem vive distante das "povoações" a que se refere Vieira. Assi, a expressão "gentios do sertão" indica todos os não-adeptos do cristianismo e que se mantêm distantes dos locais sob influência da Igreja.

b. A palavra crucificado" é empregada para indicar o momento em que o pajé morre. Esse adjetivo, carregado de significado cristão (uma vez que a cruz é o principal símbolo religioso da Igreja), reforça a hipótese de que o pajé passou por um processo forçado de catequização, que fez com que sua cultura fosse "profanada". Tal situação justifica a conclusão final do pajé ("Tupã mentiu"), pois nem mesmo o deus dos índios impediu que o pajé fosse "crucificado na sua dor".

7. a. Vieira descreve, na carta, o resultado da ação dos colonizadores sobre os índios: o fato de estarem submetidos ao trabalho desumano nas plantações de tabaco, na condição de escravos, tornava infrutífero o esforço missionário de conversão dos gentios à fé católica. Na frase destacada, Vieira enfatiza o caráter aniquilador da ação dos colonizadores - tanto dos governantes, responsáveis pelos maus-tratos, quanto dos que permitiam tal procedimento -, uma vez que ambos não prejudicavam somente os índios e o trabalho missionário, mas
também a eles próprios.

b. Péthion de Villar baseia seu soneto na realidade do quase-extermínio físico e cultural dos índios no Brasil, resultante da ação dos colonizadores. Como o poeta cria seu texto a partir de um fato histórico, essa realidade não é deturpada. Mas, como se trata de uma obra literária, há, evidentemente, uma transfiguração ficcional da realidade.

8. a. AQUELA: poesia; ESTA: história.

b. A poesia, por meio de uma pessoa ou de um fato, fala dos humanos em geral e de situações universais; a história fala de pessoas singulares e situações particulares.

c. A filosofia dirige-se ao universal - é um conhecimento teórico da natureza humana. Por seu caráter universal é que a filosofia se aproxima mais da poesia do que da história.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Leituras 9º Ano

Pessoal, aqui sugiro os livros que vocês poderão escolher para os dois próximos trimestres. Vocês têm uma semana para decidir. Portanto, pensem, consultem sites, visitem bibliotecas, conversem com seus colegas, pois o que for decidido é o que vamos ler, correto?

É só clicar no nome do livro que ele direciona vocês para uma página sobre ele.
Bjocas a todos.

2º Trimestre - Literatura de testemunho: O Holocausto

1) O Diário de Anne Frank - Anne Frank
2) É Isto um Homem? - Primo Levi
3) O Pianista - Wladyslaw Szpielman
4) O Menino do Pijama Listrado - John Boyne










3º Trimestre - A Ditadura Militar no Brasil

1) O Que é Isso, Companheiro? - Fernando Gabeira
2) Bar Don Juan - Antonio Callado
3) As Meninas - Lígia Fagundes Telles
4) Cartas da Prisão - Frei Betto
5) Dossiê Herzog: Prisão, Tortura e Morte no Brasil - Fernando Pacheco Jordão
6) Vozes do Golpe: Um Voluntário da Pátria - Carlos Heitor Cony, Moacyr Scliar, Zuenir Ventura, Luís Fernando Veríssimo.

Leituras 8º Ano

Pessoal, aqui sugiro os livros que vocês poderão escolher para os dois próximos trimestres. Vocês têm uma semana para decidir. Portanto, pensem, consultem sites, visitem bibliotecas, conversem com seus colegas, pois o que for decidido é o que vamos ler, correto?

É só clicar no nome do livro que ele direciona vocês para uma página sobre ele.
Bjocas a todos.

2º Trimestre - Literatura e História: O Iluminismo

1) Cândido ou O Otimismo - Voltaire
2) As Aventuras de Robinson Crusoé - Daniel Defoe
3) O Senhor das Moscas - William Golding

3º Trimestre - Histórias do século XIX:

1) Várias Histórias - Machado de Assis
2) Bons Dias! - Machado de Assis
3) Contos - Machado de Assis
4) O Xangô de Baker Street - Jô Soares
5) Frankenstein - Mary Shelley
6) A Volta ao Mundo em 80 Dias - Júlio Verne
7) O Médico e o Monstro - Robert Louis Stevenson
8) Viagem ao Centro da Terra - Júlio Verne

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Mono Carvoeiros

Galerinha, pra quem se interessou pelos macaquinhos falantes, aqui posto a reportagem completa sobre a pesquisa. Deem uma olhadinha!

Bjocas!

Ciência
Macacos quase falantes
Típicos da Mata Atlântica, os muriquis têm uma forma de comunicação singular
© Miguel Boyayan
Representante de uma sociedade regida pela amizade: sem brigas

Louise é uma das muriquis mais agitadas na pequena reserva próxima à cidade de Caratinga, no Vale do Rio Doce, região leste de Minas Gerais. Rosto rosado, nariz pequeno e cílios destacados, como se tivesse recebido maquiagem, é a que mantém mais encontros amorosos com todos os macacos adultos do grupo. Cutlip, reconhecido pela cicatriz no lábio que lhe valeu o nome, até morrer, no ano passado, era um dos pólos de atenção do bando, freqüentemente procurado pelos companheiros para ganhar abraços, em constantes demonstrações de amizade.

Alguns anos atrás, a peculiar organização social dos muriquis (Brachyteles arachnoides ) surpreendeu os próprios pesquisadores. Encontrados há décadas do sul da Bahia ao Paraná, mas hoje ilhados em remanescentes de Mata Atlântica de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, esses macacos com até 1,5 metro de comprimento, incluindo a cauda - também chamados de mono-carvoeiros por causa do rosto todo preto, semelhante ao das pessoas que trabalham com carvão -, formam comunidades que funcionam com base na fraternidade e no amor livre.

Não apenas Louise, mas qualquer outra fêmea do grupo, até mesmo Cher, mais discreta e isolada, cruzam com todos os machos adultos com que vivem - normalmente, um terço dos grupos, que têm de 15 a 50 indivíduos. Quando entram no cio, soltam trinados, algo como umtitititi , ou ainda guinchos e assobios agudos, umsííííí , com os quais chamam os machos, que ficam por perto esperando a vez. Não há brigas nem disputas. Os muriquis, os maiores macacos das Américas, conseguiram criar uma hierarquia regida pelo afeto. No centro do grupo não estão os mais fortes, mas os mais queridos, que se destacam porque são os que mais ganham abraços dos companheiros, como Cutlip ou Irv, reconhecido pelas manchas em forma de cruz no nariz.

Agora, as descobertas sobre a linguagem dos muriquis são ainda mais impressionantes. Quando se locomovem pela mata, escondendo-se entre as folhagens das árvores à medida que se afastam uns dos outros, esses macacos se comunicam de um modo que ainda não foi encontrado em nenhuma outra espécie de primata. Recombinam 14 elementos sonoros, que se aproximam devogais ou consoantes da linguagem humana, e produzem uma ricavariedade de chamados - mais longos ou mais curtos, mais agudos ou graves -, num processo semelhante ao que usamos para formar as palavras. Tamanha é a reorganização dos sons que se tem a impressão de que os muriquis até procuram ser inventivos: quando engatam uma conversa, um raramente repete o que outro já disse.

Eleonora Cavalcante Albano, pesquisadora do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), assegura: esses sons dos muriquis, descritos pela primeira vez, formam uma linguagem natural com um sentido social claro, por ajudar a manter a coesão do grupo. Só perde para a nossa porque, possivelmente, não é simbólica. "É uma linguagem que indica os objetos do mundo, mas ainda não se sabe se os representa", diz ela. Numa situação hipotética, um muriqui consegue avisar a outro muriqui que uma árvore está carregada de frutas apenas se estiver diante de uma delas, mas não tem como contar da árvore em que estivera no dia anterior, nem emitir um som específico para cada tipo de árvore que conhece.

No vocabulário e nas recombinações de sons, porém, os muriquis são imbatíveis diante de outras espécies de primatas brasileiros, entre elas o macaco-prego, o sagüi-leãozinho e os micos-leões, que contam com uma comunicação vocal reconhecidamente complexa. A capacidade dos muriquis em recombinar sons é também maior que a de outras duas espécies conhecidas pela barulheira que fazem, o chimpanzé africano e o gibão das florestas da Indonésia e da Malásia.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Mais uma vez, os professores são achincalhados pelo Governo do Estado

Pessoal, mais uma vez nosso governador José Serra, como não seria de se surpreender, dá um golpe na Educação Pública de São Paulo, e promove, com inigualável talento, a desunião da classe dos professores da rede pública. No dia 27 de outubro de 2009, o governador conseguiu aprovar na Assembleia Legislativa um projeto de Lei Complementar de sua própria autoria que institui o sistema de promoção para os integrantes do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação e dá outras providências. Esse sistema prevê que, para que haja a promoção dos trabalhadores da área de ensino (diretores, professores, supervisores, suporte pedagógico), será necessária a realização de uma prova. Grosso modo, se o educador tem um bom desempenho na prova, ele deveria ser promovido, se não, não. Até aí, tudo bem. É até interessante a realização de uma avaliação para promover professores melhor preparados, atualizados, que se envolvem com o trabalho. Isso, inclusive, poderia redirecionar os interesses da classe e gerar um ambiente coletivo de professores que se interessem em se instruir melhor para serem promovidos no sistema.

O problema é que a lei não é bem assim. No caso, não são todos os educadores aprovados nessa avaliação que são promovidos, mas apenas 20% do Quadro. Ou seja, se 70% dos professores são aprovados, apenas 20% são promovidos, conforme par. 4° do Artigo 4°: "
Observadas as condições estabelecidas nesta lei complementar, poderão ser beneficiados com a promoção até 20% (vinte por cento) do contingente total de integrantes de cada uma das faixas das classes de docentes, suporte pedagógico e suporte pedagógico em extinção, existente na data da abertura de cada processo de promoção". Eu fico pensando em como serão os critérios para selecionar esses 20% caso tenhamos mais professores aprovados. Uma lei como essa, com uma cláusula como essa, jamais pode ser positiva, e pode gerar consequências terríveis para o ensino público do estado.

Primeiramente, eu gostaria de chamar a atenção aos motivos pelos quais os professores devem passar por uma avaliação para que haja promoção. Claro, há professores péssimos e mal preparados no Quadro do funcionalismo público, que inconcebivelmente já passaram por um concurso público, e isso deveria ser uma forma de valorizar os profissionais mais competentes. Acho ótimo, inclusive sugiro um outro projeto de lei: também há péssimos deputado e acessores exercendo cargos públicos. Por que não realizarmos uma prova para que eles tenham uma promoção? Não seria também interessante? Mas também deve-se cuidar de promover até 20% dos aprovados, porque senão os cofres públicos não suportarão tamanho gasto.

Em segundo lugar, imagine o ambiente de trabalho em que temos vários professores aprovados nessa prova, mas apenas alguns promovidos. Um ambiente bem saudável, não é, com professores unidos pelo sentido de justiça que essa lei implementou. É claro que vamos ter um ambiente péssimo, em que há discriminação de profissionais igualmente competentes.

Em terceiro lugar, estipular até 20% de promoção é justamente subestimar a classe dos professores, entendendo que 80% não são merecedores de promoção, estando todos nas mesmas condições para a realização da prova. Será que é isso mesmo? Será que tratar os professores assim corresponde mesmo aos interesses coletivos em prol da Educação?

Por último, por que não houve a divulgação maciça dessa lei? Será que uma lei como essa pega bem eleitoralmente? Será que a população sabe disso? Leis antifumos pegam, mas lei antiprofessores são menos simpáticas...

Concordo sim com essa avaliação. É uma forma de tirar o professor do comodismo, estimulá-lo, e por que não valorizá-lo. Mas acho que essa avaliação deveria ser feita em toda instância pública, inclusive para os próprios funcionários do executivo e do legislativo. Não entendo por que uma classe tem uma política de promoção salarial, e outras têm políticas diferentes. Acho também que todo professor que apresentar o desempenho satisfatório deveria sim ser promovido! Não entendo por que só 20%. Qual é o interesse coletivo aos se colocar essa medida? Será que o interesse é promover e melhorar o nível da educação, ou dar um jeito para evitar "gastos" com professores do setor público?

Sinceramente, eu como professor e como educador nao posso concordar com isso, e devo divulgar ao público aos causas do desfacelamento da Educação Pública no Estado de São Paulo. O problema não é essencialmente estrutural, pois a estrutura física e pedagógica que muitas das escolas públicas estaduais apresentam hoje não impede que tenhamos um ensino de excelente qualidade. O problema é justamente projetos de lei como esse, que colocam o educador, grande responsável pelo funcionamento disso tudo, em uma situação de subestimação, promovendo baixa auto-estima, desunião e, consequentemente, péssima qualidade de ensino. Será que queremos isso para nosso país? O autor dessa lei será candidato à presidência no ano que vem. Isso é muito sério, e devemos saber.

Abaixo deixo à disposição de vocês, na íntegra, o projeto de lei complementar
Nº 1097, DE 27 de outubro de 2009, além dos deputados que aprovaram essa lei, para que possamos sabem quem de fato está mesmo interessado na melhora do Ensino Público Estadual. Pensem nisso e comentem!

LEI COMPLEMENTAR Nº 1097, DE 27 DE OUTUBRO DE 2009

REPORTAGEM NA TV APEOESP - Vejam a situação dos professores no setor público de São Paulo

GRÁFICOS DA CAMPANHA SALARIAL DOS PROFESSORES

VOTAÇÃO DO PLC 29/2009 NA ASSEMBLEIA

Estes deputados votaram SIM ao PLC 29 e contra os professores

DEM

Edmir Chedid
Estevam Galvão
João Barbosa de Carvalho
Milton Leite Filho

PDT

José Bittencourt
Rogério Nogueira

PMDB

Baleia Rossi
Jorge Caruso
Uebe Rezeck
Vanessa Damo

PP

Mozart Russomano

PPS

Alex Manente
Davi Zaia
Roberto Morais
Vitor Sapienza

PRB

Gilmaci Santos
Otoniel Lima

PSB

Ed Thomas
Jonas Donizette
Luciano Batista
Marco Porta
Vinícius Camarinha

PSC

Said Mourad

PSDB

Analice Fernandes
Bruno Covas
Cassio Navarro
Celino Cardoso
Celso Giglio
Fernando Capez
Geraldo Vinholi
Hélio Nishimoto
José Augusto
João Caramez
Maria Lucia Amary
Mauro Bragato
Milton Flávio
Paulo Barbosa
Pedro Tobias
Roberto Massafera
Rodolfo Costa Silva
Samuel Moreira
Vaz de Lima

PTB

Campos Machado
Roque Barbieri
Waldir Agnello

PV

Camilo Gava
Edson Giriboni
Reinaldo Alguz

Estes deputados votaram com os professores

PCdoB

Pedro Antonio Bigardi

PDT

Olímpio Gomes

PSOL

Carlos Giannazi
Raul Marcelo
PT

Adriano Diogo
Ana Perugini
Antônio Mentor
Beth Sahão
Carlinhos Almeida
Donisete Braga
Enio Tatto
Fausto Figueira
José Cândido
José Zico Prado
Marcos Martins
Maria Lúcia Prandi
Roberto Felício
Rui Falcão
Simão Pedro
Vanderlei Siraque
Vicente Cândido










terça-feira, 1 de dezembro de 2009